life:
Happy Birthday Frank Sinatra.
His reason for arrest? “Carrying on with a married woman” — a criminal offense at the time. The charge was eventually dismissed. His reputation as a ladies’ man only grew…
(see photos — Celebrity Mug Shots)
(via everythingyoulovetohate)
GPOY

Nos últimos tempos, desde o “Fim de ano, fim do mundo”, estive pensando em muitos pontos da minha vida, tanto pelo fato de completar 6 meses após o término da faculdade, como também o fato de ser o início de um novo ano, novos pensamentos e principalmente novas perspectivas.
O ponto que mais está martelando a minha cabeça e direcionando as minhas atitudes é: “O que é certo, é certo”. Parece algo tão batido, óbvio, mas a partir do momento comecei a refletir nisso, observei que muitas pessoas, inclusive eu, não estavam levando esse óbvio, senso comum, como diretriz de vida. Fiquei analisando muitos amigos e pessoas que ainda não conheci e conclui que as suas atitudes, por muitas vezes, estavam se direcionando para o benefício próprio, longe das atitudes de “conviver em sociedade”. Desde cruzar um semáforo vermelho até jogar um lixo na rua, essas ações moldam o formato “jeitinho brasileiro” que tão usualmente é utilizado por todos nós e por outras nações.
Acredito que estamos vivendo um momento em que essa atitude de passar por cima dos outros, tirar vantagem em qualquer situação e até mesmo, “se dar bem”, estão sendo sobrepostas pelas premissas básicas do ser humano e até da sociedade: compartilhar com os outros (gentileza, educação, respeito, amor, etc) e seguir a regra básica “o meu termina aonde começa o seu”.
Viajei, escrevi, aliviei. Não sou exemplo, mas estou lutando para levar essa diretriz comigo “O que é certo, é certo.”
Fim de ano, fim do mundo.

Todo fim do ano eu fico com a sensação que o mundo vai acabar. Não pra mim, claro, mas para as outras pessoas, sinto na cidade de São Paulo uma fúria para o consumismo exacerbado, compras de presentes, banquetes. Realmente não entendo isso, parece que caso você não entre nessa lógica, você não é “boa gente”, não tem “espírito natalino”, é um anti-social. Lembrei ainda de outra curiosidade de fim de ano que acontece em São Paulo: caso você não saia da cidade para viajar, nem que seja para o Guarujento (apelido carinhoso devido à limpeza das praias), “você não tem amigos”, citação de um conhecido. (risos)
Muita gente andou falando do real fim do mundo ser em dezembro de 2012, devido ao calendário Maia, algo assim. Eu acredito que esse fim do mundo seja de verdade, mas não o mundo físico, mas o mundo de relações, comportamental, a minha defesa é a transformação que estamos passando hoje em dia com relação às redes sociais, ao olhar sustentável, às relações interpessoais. Acredito que até esse fim do mundo, será definido aqueles que desejam participar do lado do bem, com transformações para o futuro e aqueles que desejam apenas o consumo efêmero, instantâneo, ou seja, não estarão preocupados com o pensamento coletivo que tanto defendo, desde os posts no Dúvida Certa.
Bom, essa era uma reflexão que eu estava trazendo durante os últimos meses e não conseguia encontrar tempo para transmitir devido à minha dedicação ao trabalho. Espero que tenha sido suficientemente claro e que tenha trazido alguma reflexão.
Profissão: Cartunista

Desde que terminei a faculdade, andei pensando quem eu era? o que quero fazer da minha vida? Para responder à essas questões, tive que recorrer à muitas sessões de noitadas, viagens, tanto ruins como boas. Mas foram nas ressacas, morais e corporais, que tive algumas revelações, epifanias que me fizeram me encontrar. Por exemplo, esses dias voltando de uma, me disseram novamente uma frase que muitas vezes me diziam quando mais novo e eu não gravava na memória: “Você é muito agressivo.”, pode parecer algo perigoso, mas sempre foi dito seguido de risos, portanto, sempre a minha percepção me levou à crer que isso era apenas uma forma de expressar o meu comportamento em relação à brincadeiras.
Quando pequeno, tinha o vício de provocar as pessoas, principalmente aquelas que eu mais gostava, acho que era uma forma de demonstrar meu carinho, eu inventava apelidos, brincadeiras e não parava de repetir até que perdessem a calma comigo. Aliás, até hoje eu faço isso, mas sempre, como me disseram recentemente “Eu amo e te odeio, não sei te explicar”, é engraçado escrever isso, nunca pensei que estaria expondo algo meu na internet, mas vamos lá.
Hoje lendo a minha revista Trip de Agosto de 2010 (edição n°191), eu sei que estou atrasado, mas como viajei perdi o time de leitura dela e só tive a real oportunidade hoje. Bom, voltando ao assunto, nesta edição, há uma entrevista com o Angeli, um cartunista que acompanho desde pequeno, possuía agenda escolar, edições da revista Chiclete com banana (não sei como, encontrei em casa), sempre fui fã dos seus personagens, gostava do comportamento “escroto” deles. Durante a entrevista, Angeli diz assim “a função do cartunista é alfinetar, causar discussão”, isso mexeu muito comigo, de uma hora pra outra tive a certeza da minha profissão pessoal, CARTUNISTA.
Independente de qualquer julgamento que eu possa receber sobre essa minha posição, acredito que não há nada melhor do que ter alguma certeza na vida, ou melhor, uma dúvida certa! Hoje tive a certeza que acertei no nome do blog, ele representa muito de quem sou e, que venham julgamentos, pois não sou nenhum deus ou santo que não possa ser julgado!
p.s.: voltei a desenhar durante minha viagem ao Chile. Outra paixão minha, desde a infância ressurge esse ano, isso fica para outro post.
Tu Moon Jr.



